Enquanto bandas novas buscam espaço e passam por percalços num undergound cada vez mais sólido e sustentável, velhos dinossauros do rock decidem retomar suas atividades, ou esboçar uma retomada. Em 2007, duas das bandas mais famosas da história, o Led Zeppelin, formado na Inglaterra na segunda metade da década de 60, e o The Police, criado em 1977, também na Inglaterra, decidiram pôr o pé na estrada novamente.
A turnê do The Police, a mais rentável do ano, engordou as contas bancárias de Sting, Stewart Copeland e Andy Summers em U$$ 212 milhões. Nada mal para um casamento de conveniência, como Sting, o compositor principal do trio, certa vez descreveu o grupo.
Em sua passagem pelo Brasil a banda levou ao Maracanã, no dia 8 de dezembro, cerca de 70 mil pessoas, que pagaram preços pouco condizentes com o poder aquisitivo médio do país – entre R$ 160 a R$ 500.
Dois dias depois foi a vez do Led Zeppelin, uma lenda meio viva do rock, voltar aos palcos, após 27 anos sem se reunir, desde a morte do baterista John Bohan em 1980. O show levou cerca de 20 mil pessoas ao O2 Arena, em Londres, £ 2,5 milhoes e ¾ do grupo, que contou com a participação de Jason Bohan, filho do ex-baterista da formação original.
